segunda-feira, 2 de julho de 2018

Campeões da Lupi Martins vencem jogo festivo, pelos dez anos do título

Com um jogo festivo reunindo os jogadores do time campeão de 2008, o Pelotas comemorou neste sábado (30), na Boca do Lobo, os dez anos do título da Copa Lupi Martins. O adversário foi uma equipe formada por ex atletas do clube e o resultado foi o que menos importou.  



Se teve ausências importantes como as de Rudi, Cleber, João Carlos, Escobar, Xaro, Anderson Ijuí, Anderson Ataíde, Rafael Lopes e Edimario, a partida tratou de firmar o encontro dos Campeões. No mesmo palco que sagrou o Pelotas campeão da Copa Lupi Martins, ao superar o Caxias na semi final e o Cerâmica na grande decisão, os campeões Roger Kath, Bruno Hepp, Cleiton, Mateus, Tiago Rocha, Mauricio Búfalo, Rodrigo Brum, Rafael Locatelli, Luis Paulo, Michel, Leonel, Sandro Sotilli, Tiago Duarte e Zeca Ferreira, novamente marcaram presença no gramado da Boca do Lobo. 

Do outro lado, um time recheado de feras que vestiram a camisa do Pelotas, como Alexandre Xuxu, Fabio Petroline, Humberto, Mauro, Márcio Silveira, Alexandre Boiota, Chupeta, Matarazo, Carlão, Jeferson, Tarciso, Renatinho, Diego, Felipe Pinto, Fabiano e Eduardo Pereira, reforçados com a presença de Giovane Gomez, artilheiro do Campeonato Gaúcho Série A2 desse ano, e dirigidos por Chamega e Celso Guimarães, abrilhantaram ainda mais a festa.

Os campeões de 2008 venceram por 3 a 1, com dois gols de Sandro Sotilli (8 e 16 do 1º tempo) e um de Tiago Duarte (17 do 2º tempo). Para a seleção de craques descontou Diego (11' do 2º tempo). Além da festa e das memórias da conquista, o evento terminou em clima de festa com o churrasco popular organizado pelo Movimento Lobo Forte, que reuniu e uniu torcida e atletas em uma tarde inesquecível. 

Confira as fotos do evento! 


Os campeões da Lupi Martins - Em pé: Roger, Sotilli, Roger, Mateus, Leonel, Rodrigo, Bruno e Zeca. Agachados: Tiago Duarte, Locatelli, Mauricio, Cleiton, Luis Paulo, Michel, Tiago Rocha e os convidados, Michaele Mauricio Souza, filhos do atacante Michel.  

O selecionado de ex craques - Em pé: Alexandre Xuxu, Fabio Petroline, Humberto, Chamega, Celso Guimarães, Mauro, Marcio Silveira, Alexandre Boiota, Renatinho, Chupeta e Giovane Gomez. Agachados: Matarazo, Carlão, Jeferson, Diego, Tarciso, Felipe Pinto e Eduardo Pereira. 





















segunda-feira, 11 de junho de 2018

Eu, o Levi e o Pelotas

Falar de futebol é fácil mas falar de sentimento é sempre um grande desafio pra mim, e motivado por um misto desses sentimentos resolvi deixar registrado esse momento especial.

Hoje foi mais um dia de Boca do Lobo, de torcer e vibrar pelo meu mais antigo amor, algo que já faço desde que me conheço por gente. Só que de abril de 2015 pra cá, esse ritual mudou e nunca mais foi o mesmo. Fortalecido e acompanhado do meu maior amor, meu filho Levi, fomos apoiar o nosso Pelotas nessa importante batalha.


Pra mim a Boca do Lobo sempre foi muito mais do que um simples estádio, é um santuário, e tenho certeza que pro Levi também é, mesmo que ele ainda nem entenda exatamente disso.

E assim como em 31 de maio de 2015, data da primeira partida em que meu filho se fez presente em um jogo do Pelotas, contra o mesmo adversário desta tarde, as emoções foram fortes, e vencemos novamente.

Num domingo chuvoso, chegamos a Boca do Lobo revendo velhos e nem tão velhos amigos. Fila quilométrica, olhares, perguntas e muitas conversas. Aos poucos fomos nos acomodando em meio a multidão e nos envolvendo naquele clima mágico que só um jogo do Pelotas nos proporciona, é incrível.

Antes de entrar no estádio, compramos um desses cavalinhos do fantástico, batizamos de Hugo Sanches devido ao numero da camisa, a mesma do nosso camisa 10, deu sorte. Após quase uma hora na fila, entramos no estádio com 25 minutos de jogo. O Levi encantado só me encantava, que orgulho do nosso Lobo meu filho, como é bom dividirmos esses momentos. A mamãe Luísa lá estava, parceira como sempre e incansável com nosso pequeno. Já diz o ditado: Família unida, torce unida. E levamos a risca esse ditado.

E com a bola rolando, em uma Boca do Lobo completamente lotada, o Levi encantado nem piscava. Respirava fundo a cada lance e os olhinhos brilhavam ao olhar aquela massa azul e amarela. Ali eu tive a certeza absoluta que essa paixão não era mais só minha, era nossa. O Lobo é assim mesmo, contagia.

E na seqüência do jogo o Levi não poupava nas perguntas e comentários: 
“Porque o sapato do nosso goleiro é assim?” - “como fizeram isso?” se referindo ao estádio - “esses de vermelhos são ruins” - "Olha lá o Lobo, esse é o nosso time pai" - “nossa torcida é muito grande” - Meu coração transbordava ao ver toda empolgação dele.

Um jogo do Pelotas não é só um simples jogo de futebol, é muito mais, é sentimento puro.

Esporte Clube Pelotas, Boca do Lobo, Áureo-Cerúleos, casa cheia, festa, respeito, orgulho, parceria. Que loucura é viver isso de perto. Melhor ainda é viver isso ao lado do meu filho.

Esse era o jogo que poderia devolver o Pelotas para o seu devido lugar. Não poderíamos perder essa oportunidade. Quantos Levis tínhamos dentro da Boca do Lobo hoje? sim, os pequenos Áureo-Cerúleos precisavam desse retorno. Todos nós merecíamos esse retorno.
E assim foi, vencemos, superamos, conquistamos, festejamos. Retornamos para nosso lugar de origem, o Pelotas sempre foi de primeira! 

Desconfio que nem se o adversário fosse o Real Madri o resultado de hoje seria diferente. Hoje era o nosso dia e nada poderia mudar isso, já estava escrito!




VOLTAMOS!!!

sexta-feira, 20 de abril de 2018

105 anos do Clássico Bra-Pel

Hoje, dia 20 de abril de 2018, o Clássico Bra-Pel comemora 105 anos do primeiro confronto. O primeiro clássico Bra-Pel foi disputado no dia 20 de abril de 1913, com vitória do Pelotas por 5 a 0 com os titulares e  8 a 2 no confronto dos reservas.

O clássico Bra-Pel foi citado na revista Trivela, como o vigésimo segundo maior clássico do Brasil e o segundo maior do estado, atrás apenas do clássico Gre-Nal.

Com mais de cem anos de história, o Bra-Pel é considerado por muitos especialistas como o maior clássico do interior do Rio Grande do Sul e um dos maiores do interior do Brasil, devido à fidelidade e fanatismo de ambas as torcidas.

Ao longo desses 105 anos de clássicos disputados,  já tivemos por algumas vezes grandes jejuns. O Brasil ficou sem vencer o Pelotas por dez anos, com o jejum tendo durado de 1982 até 1992. Já o Pelotas foi protagonista de outro jejum de dez anos, ficou sem vencer o rival de 2003 até 2013. 

No passado, talvez inspirado no Fla-Flu, o Bra-Pel era chamado de "Clássico das Multidões".





Os atuais tabus do clássico Bra-Pel:

*Ultimo Clássico = Pelotas 1x0 Brasil  - Copa Fernandão – 24/08/2014

* Ultima derrota do Pelotas = 12/11/2013 - Brasil 2x1 Pelotas
Obs: Nesse clássico o Pelotas se tornou campeão da Copa Sul Fronteira, pois havia vencido o jogo de ida por 1 a 0. Com a derrota de 2 a 1 e o gol marcado fora de casa, a taça ficou com o Lobo. Foi uma derrota, digamos que, feliz. Talvez a melhor derrota da nossa história. A festa virou a madrugada. (Quase 5 anos sem perder)

* Ultima derrota "amarga" = 05/11/2013 - Brasil 2x1 Pelotas - Final do 2º turno
(Quase 5 anos sem perder)

* Ultima derrota do Pelotas na Boca do Lobo = 09/10/2011 - Pelotas 1x2 Brasil
 (quase 7 anos sem perder)

* Ultima derrota do Pelotas no Campeonato Gaúcho = 09/12/1992 - Brasil 1x0 Pelotas
(Quase 26 anos sem perder)

* Ultima derrota do Pelotas no Campeonato Gaúcho jogando na Boca do Lobo = 28/09/1980 - Pelotas 0x3 Brasil (Quase 38 anos sem perder)

* Ultima derrota do Pelotas no Campeonato Brasileiro = 06/10/2001 - Pelotas 0x1 Brasil - Série C
(Quase 17 anos sem perder)

sexta-feira, 9 de março de 2018

A máquina imbatível de 1915



No longínquo ano de 1915, o Pelotas formou um time que encantou a todos e que partida a partida foi aniquilando seus adversários e conquistando a fama de time imbatível. Na temporada foram 35 vitórias em 34 jogos, 205 gols marcados contra apenas 27 sofridos, um verdadeiro massacre aos seus adversários. O time que formava com Pereira, Alberto, Roberto, Augusto Bertone, Juan Bertone, Moura, Octavio, Pons, Décio, Calero e Abelardo, não foi páreo para nenhuma outra equipe do Rio Grande do Sul. O time que se sagrou campeão da cidade ao vencer na final o Brasil por 4 a 0, na sequencia garantiu o 100% de aproveitamento contra os times da região sul e da capital do estado, fechando a estupenda campanha com uma goleada contra o Campeão da Região Metropolitana, quando venceu o Grêmio por 5 a 2 em Porto Alegre. 

O conjunto Áureo Cerúleo foi sem duvida um dos melhores times da história do Pelotas, uma verdadeira maquina de vencer, como foi registrado pelo Jornal Gazeta de Notícias do Rio de Janeiro e que podemos conferir na matéria abaixo.




Matéria/Foto: Jornal Gazeta de Notícias, do Rio de Janeiro. 

sábado, 6 de janeiro de 2018

Encontro de ex Atletas do Pelotas


Na ultima Sexta-Feira (29), foi realizado no Parque Lobão, em comemoração ao aniversário do ex meio campista e hoje auxiliar técnico do Pelotas, Felipe Muller, um jogo festivo que contou com a presença de diversos ex atletas do clube.

Alem do próprio Felipe Muller, o evento contou com as ilustres presenças de Henry, Vinicius, Paulo Ricardo, Fabiano, Chupeta, Eugênio, Alexandre Xuxu, Roger, Moacir, Eduardo, Matarazo, Paulo Peter, Alexandre Boiota, Geverton, Luciano, Renatinho, Pablo entre outros convidados. 

Na oportunidade, também foi realizada uma homenagem aos ex. treinadores das categorias de base, Gilberto  Carapeços "Dedé" e Zé Bento.



Confira as fotos do evento: